domingo, 14 de junho de 2009

conflitos do meu vício

Sou o nada, sou o vazio, sou o eco ressoando na mente te levando para o chão.
Sugando sua fonte de vida, te fazendo de comida, por pura vaidade e solidão, simplesmente por sua opção!
Se detesta por que não larga? Se ama por que não agarra?
Nem tudo se entende, e não vim para entender. Sou o impulso, o desejo e o instinto da carne e do medo, o arrepio que sobe a espinha te ecita e esita, o prazer de andar! De viver! Seguindo, usando a carcaça que um dia a terra há de comer!

Um comentário:

  1. OI Nana

    estou com Saudade.

    adorei a sua poesia de inferma,(kom todo respeito)

    Bem revolucionária, Nana
    tipo, surreal e ao mesmo tempo protestante como modernista, sei lá.

    adorei ecita com c e esita com e, deu um toke decadente.

    melhoras para as pernas

    bjos

    vamos markar akele jogo de futebol.


    KLWRTN

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