
Me deito com uma nos delirios da outra
És meu pecado, meu todo errado, meu pior defeito
Estou tão feiliz que o meu único baixo astral é o seu pedaço oco em mim.
Não posso te querer e mesmo assim o poibido teima em me encher
Tenho olhares sinceros com um outro bem raro,
um encanto de gente que me salva dessa enchente,
sou grata a ela, dou o maior valor para o raro bem que me quer
Vivo do seu lado e cada vez mais raro vejo-te
Preciso tirar de vez, concluir o que não iniciou
Pois outra vida eu preciso e não é nada justo com quem ama simplesmente estar
Ela é tudo que eu queria que eu fico incomodada
Afinal o que me falta?
Meus planos são seus sonhos e meus sonhos entram nos seus planos
Então juntamos os panos
Queria? Hoje queria, e antes de ontem... ontem, o quero, amanhã no futuro? ou no passado assado da eterna insatisfeita.
Uma respiração profunda e o peso dos ombros aliviados, ou menos tensos.
Quero.


